Archive for maio \23\UTC 2009

Alguém se lembra do Carlos Junior?

23/05/2009

Alguém se lembra do Carlos Junior? Não? Num acredito. Pois este “quase craque” foi enaltecido aos 4 ventos e colocado como “candidato a ídolo” da torcida do Monotítulo de Vespasiano por nossa Imprensa Mineira. E isso não faz muito tempo não. Ninguém mais lembra desse garoto, aliás o coitado nem tem culpa nenhuma disso, mas isso foi a 3 meses atrás. É isso mesmo, Fevereiro de 2009.

E o que fez o garoto para ser alçado a condição de “candidato a ídolo”? Bom, na noite de 18.02 jogavam Itabaiana e Minúsculo de Vespasiano/MG, jogaço (sic), no Estádio Presidente Médici, em Itabaiana (SE), quando nossa personagem real estreiou pelo profissional do nosso ex-rival, entrando por volta da metade do 2o tempo do jogo que, àquela altura, já estava 3 a 0. Muito bem, o esforçado meio-campista entrou animado, com todo gás, e marcou dois gols sepultando o todo poderoso Itabaiana de SE com uma tunda de 5 a 0. Muito legal. Parabéns para ele. Boa estréia.

Mas não. Pra eles um parabéns não é suficiente. A imprensa precisa criar um ídolo a cada jogo deles. O problema é que essa nossa Imprensa provinciana não é só parcial, mas é estúpida também. Acaba metendo os pés pelas mãos por sua própria incopetência. Botaram tanta pilha no limitado garoto que no jogo seguinte, o novo “craque” Carlos Júnior foi infantilmente expulso contra o Rio Branco. Coitado do garoto embarcou na canoa furada da parcialidade e se perdeu.

A partir daquela expulsão, o armador sequer foi relacionado para os demais jogos. E, já em abril de 2009, para retificar a pressa e a vontade com que os jornalistas mineiros tentam criar “pseudo-ídolos” para o lado alvinegro, ocorreu o anúncio da rescisão do contrato de Carlos Júnior com o Monotítulo. Aquele que seria um “ídolo” não durou 90 minutos dentro de campo.

Bom, aí os senhores me perguntariam: “E a imprensa aprendeu?”. Claro que não. Semanas depois trilharam o mesmo caminho outros pseudo-craques como Yuri, Kléber e Bruno. E assim a caravana segue. Em 93 e 94 os caras-de-pau tiveram a pachorra de querer nivela Ronaldo, O Fenômeno, com o Reinaldo II. Lembram-se?

São tantos exemplos que dá até preguiça.

A ânsia da imprensa em tentar ajudar desesperadamente o Minusculo tem queimado prematuramente vários jogadores jovens que passaram por lá. Alguns deles podiam até possuir talento, mas que por causa da exaltação exagerada e incauta que receberam da mídia mineira, terminaram sendo sobrecarregados com a cobrança de levar o time nas costas e fazer a diferença muito antes de estarem preparados para tal tarefa.

Senhores jornalistas mineiros, mais profissionalismo e menos paixão, por favor! Se não fazem isso pela isenção e profissionalismo obrigatoriamente inerente a profissão que escolheram, o façam ao menos para ajudar melhor seu time de coração. Patético!

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Alterosa Esporte: O Programa do Atlético-MG?

20/05/2009

O programa Alterosa Esporte, na TV Alterosa, me parece um veículo de propaganda do Atlético-MG. O programa tem uma bancada composta por um torcedor atleticano (Dudu), um americano (Toledo ou Jair Bala) e um cruzeirense (Bauxita).

Jair Bala só tem a nomenclatura de americano. Seu verdadeiro papel é defender indiretamente o Atlético-MG e tentar ridicularizar as coisas do Cruzeiro.

O duelo principal, evidentemente, é entre Dudu e Bauxita. O atleticano costuma levar vantagem nos debates. É necesário tentar entender as razões disso:

1- Bauxita é grande cruzeirense e é notório seu esforço pra defender o clube. No entanto, ele não reúne todas as condições necessárias que seu posto exige. É muito comum o atleticano Dudu mentir e forjar argumentos ludibriosos. Bauxita, às vezes por falta de conhecimento, não consegue rebater e desmentir o oponente. Isso é natural pois ele nunca foi comunicador.

2- Dudu, esse sim, é um grande comunicador. Trabalha há anos na maior rádio jovem do estado. É muito competente no que faz e sempre tenta um diálogo voltado pras crianças que assistem o programa. Quase consegue transmitir a imagem de mocinho. Mas na verdade, seu discurso é baseado em mentiras e numa arrogância sem fundamento.

Será que essa disparidade é proposital?

Vários cruzeirenses ficam indignados e enviam e-mails ao programa protestando contra as mentiras de Dudu e o despreparo de Bauxita. Considero isso um erro. Temos que atacar a raíz do problema: A direção do programa, que mantém essa diferença de debatedores.

É evidente que o Alterosa Esporte tem a intenção de manter esse desnível favorecendo o Atlético-MG. Isso é necessário pra sobrevivência do clube da elite de BH. Quem quiser cobrar uma postura isenta e profissional do programa pode enviar um e-mail educado para: contato.ae@alterosa.com.br

É bom lembrar: O programa já teve outros representates cruzeirenses mais preparados que Bauxita: Serginho, Neuber Soares, Ivan Pinto, Marcelo Solmucci… Aliás, Ivan Pinto foi quem mais agradou a torcida cruzeirense. Seu discurso contundente não permitia falácias. Colocava as cartas na mesa e só argumentava com fatos. Ninguém entende a saída de Ivan, O Terrível.

Desrespeito tem limite.

Texto enviado por Hugo Oliveira Pegoraro Serelo, 21 anos, garçon, nascido em Andradas-MG (Sul de Minas) mas mora atualmente em Divinópolis-MG (Centro-Oste)

Tem gente que não se manca

20/05/2009

Pois é, tem gente que não se manca mesmo. Esse engraçadinho aqui vem usando o espaço na mídia para fazer piadinhas com o Cruzeiro Esporte Clube. É bom saber pra gente ficar de olho.

Chargista engraçadinho: Quinho Ravelli

Fotolog onde ele divulga as charges: http://fotolog.terra.com.br/quinhoravelli:157

email dele: quinho.souza@uai.com.br

perfil dele: http://www.brazilcartoon.com/cartunistaDescricao.asp?idioma=ptb&cartID=59

Nós do Imprensa Mineira vamos ficar de olho.

Idéias de Adesivos

18/05/2009

A idéia foi boa, surgiu aqui, vamos listar idéias para fazermos adesivos contra essa imprensa fajuta. Vale lembrar que palavrões não são aconselháveis. Nem acusações sem provas. Mais vale uma boa idéia, divertida e bem bolada que uma agressão. Ou não?

Toda idéia será bem vinda. Ao final agente vota na melhor.

Só para ter uma idéia como é barato e boa essa idéia fiz uma cotação rápida:

Adesivo – 4,5cm x 5cm – R$ 40,00 – 1.000 unidades

Vou orçar um maior…

Vozes da Democracia

18/05/2009

Vozes da Democracia

Levantaremos as nossas vozes com inteligência e com projetos estritamente democráticos. Eliminemos dos nossos corações a paixão doentia dos opositores, que não colocam a razão e a lógica em matéria do ir e vir, do livre poder de imprensa, eu disse livre poder de imprensa, não disse parcialidade. Vamos construir uma oposição com projetos diretos, culturais e sobre tudo sociais. Faremos uma oposição onde nós possamos mostrar a situação (imprensa) a nossa força através da democracia, de onde a grande nação azul vem sendo excluída literalmente pelos meios de comunicação. Portando senhores (as) não vamos deixar ser contaminados pelo vírus do lado irracional, trabalharemos dentro das normas e dos meios de comunicação que pudermos usar no momento, assim, como diz o velho ditado: De gol em gol o Cruzeiro enche o papo.

Texto brilhante com a permissão do autor Robson Tovarish.

Tô esperando

17/05/2009

Tô aqui esperando. Curioso. O Jornal Estrago de Minas fez questão de criticar o público de 24 mil pagantes do Cruzeiro na semana passada. Mas até agora nenhuma palavra sobre o público de 17 mil pagantes do Minúsculo de Vespasiano ontem na Toca III. Vamos esperar, né? Ainda tem hoje e amanhã para aparecer algo. Mas algo me diz que não vão dar um piu. Aliás, nada melhor que um piu para uma imprensa cacarejante e parcial…

De volta para o passado, e é legal!

16/05/2009

Puxo na memória e tento buscar como será que começou este movimento. Afinal, a indignação não é de hoje, nem tampouco somente de nossa geração.

O mais legal é que este movimento nasceu de maneira quase espontânea, nas arquibancadas do Mineirão. As origens vão mais distante do que imaginamos. Talvez a primeira manifestação em alto e bom tom foi com a torcida do Cruzeiro se indignando com o chatíssimo Galvão Bueno e seu bairrismo exarcebado. O locutor global foi um dos primeiros a receber “carinho especial” da torcida Cruzeirense mandando ele ir comprar xuxu, se não me engano em 2003. Corrijam-me os amigos se eu estiver errado ou se houveram casos anteriores a este.

Faço uso, com autorização do amigo Alex, das bases legais citadas por ele que sustentam esse nosso movimento, afinal, “trata-se de genuíno exercício da democracia, cidadania, liberdade de expressão, liberdade de manifestação de pensamento (incisos IX e IV, respectivamente, do artigo 5º da Constituição Federal de 1988). É também exercício direto de poder, autotulela de direito, nos termos do parágrafo único do artigo 1º da Constituição Federal.

Se a sociedade brasileira tivesse mais instrução e cultura, talvez nós não estaríamos em estado tão grave de pacifismo e prostração diante dos renitentes descalabros do Congresso Nacional. Teatro de mau gosto que o povo assiste na maior letargia, e sem qualquer tipo de reação. Uma parcimônia extremamente irritante.
Ainda que se trate apenas de um movimento futebolístico de torcedores, é maravilhoso saber que o povo continua detentora do poder. O poder emana do povo! E se promana do povo, somente esse mesmo povo pode retirar a parcela de poder concedida a déspotas. Sendo mais claro, assim como a torcida do Liverpol foi capaz de arruinar a supremacia do Jornal The Sun, conforme notícia do postada aqui neste site, nós também somos capazes de acabar com a Itatigayla e, pricipalmente, com o Jornal Estado de Minas.

É preciso acabar com esse mito “Atlético mineiro” criado por uma dinastia que insiste em querer se perpetuar no monopólio da comunicação esportiva mineira. Mito que não se sustenta nem diante de uma criança.”

Obrigado pelo maciço apoio a esse movimento que não é de ninguém, mas é muito nosso. Continuem comentando, dando sugestões, criticando. Estamos atentos. Cruzeiro sempre!

Roberto Batata

13/05/2009

Como podemos esperar sentados alguma homenagem ou menção na imprensa mineira, gostaríamos de prestar uma homenagem ao grande e saudoso Roberto Batata, grande ponta direita dos anos 70 do mais querido das Minas Gerais. Só para lembrar, hoje faz 33 anos que ele foi desfilar seu futebol maravilhoso em outra dimensão.

Roberto Batata vai estar para sempre no coração de todos os cruzeirenses. Vale lembrar a oração dos jogadores em círculo logo após a conquista da Libertadores de 76, foi um dos momentos mais bonitos da história do clube.

Como homenagem um texto bem legal!

ROBERTO BATATA

Roberto Monteiro, o querido e saudoso ponta Roberto Batata, nasceu em 24 de julho de 1949 e faleceu em 13 de maio de 1976 em acidente automobilístico no quilômetro 182 da rodovia Fernão Dias, quando viajava para visitar sua esposa Denize e o filho Leonardo, então com apenas 11 meses. O destino final seria a cidade de Três Corações.

A carreira começou no time amador do Banco Real. A partir daí foi para o Cruzeiro, onde jogou de 1971 a 1976 e marcou 110 gols em 281 partidas de acordo com o Almanaque do Cruzeiro de Henrique Ribeiro. Defendeu também a Seleção Brasileira em seis ocasiões segundo o livro “Seleção Brasileira – 90 anos”, de Antônio Carlos Napoleão e Roberto Assaf.

Recebeu o apelido do treinador João Crispim por conta do gosto excessivo por batatas fritas. Era rápido e tinha facilidade para chutar a gol.

Seu último jogo aconteceu em Lima, no Peru, no dia 12 de maio de 1976. Naquela ocasião, marcou um gol na vitória de sua equipe sobre o Alianza por 4 a 0. No dia seguinte, lamentavelmente faleceu.

Seu corpo foi velado na sede do Cruzeiro por milhares de torcedores. A Federação Mineira de Futebol decretou luto oficial de uma semana e suspendeu duas rodadas do campeonato estadual.

Na semana seguinte, no dia 20 de maio, o Cruzeiro voltou a enfrentar novamente o Alianza e uma camisa com o número 7, normalmente utilizada por Batata, foi colocada na pista ao lado do gramado. Momentos antes de a bola rolar, o pistonista da banda da Polícia Militar tocou ‘Silêncio’.

Em campo, os jogadores prestaram uma linda homenagem ao ex-companheiro vencendo o time peruano justamente por 7 a 1.

Meses depois, o Cruzeiro conquistou o título da Libertadores da América de 1976. Ao final da decisão contra o River Plate, os jogadores se ajoelharam no gramado e rezaram por Roberto, que foi campeão mineiro juvenil em 1968 e profissional em 1972/73/74/75 pelo Cruzeiro, além de campeão da Libertadores 76.

Texto de Marcelo Rozenberg postado sem a permissão do mesmo. Se for solicitado, tiramos, mas é tão legal que preferimos arriscar! Parabéns

Dois pesos e duas medidas

13/05/2009

Quer dizer que no Estrago de Minas de segunda-feira nossos “imparciais jornalistas (?)” criticaram o público do jogo Cruzeiro e Flamengo? Interessante. Quer dizer que era jogo para um público de 40mil pagantes? Sei. Oras, era Dia das Mães, com jogo de Libertadores no meio de semana, e ainda assim foi o maior público da rodada do Brasileirão. O Grêmio levou 45mil, mas mulher não pagava devido ao dia das mães, e o público pagante ainda foi um pouco menor que o nosso.

Enquanto isso o Público de 9.094 sofredores do jogo entre o Minúsculo de Vespasiano e o Vitória-BA não merece comentários, merece? Ou seja, 2 pesos e 2 medidas mais uma vez.

Não vi nenhuma menção que nosso público foi o maior da rodada. Se fosse do outro lado, todo mundo sabe como seria, né? E as manchetes seriam de proporções épicas e patéticas como de costume.

Atenção imprensa mineira: estamos de olho. Não queremos afagos, queremos isenção. Chega de tratamentos diferenciados.

Continuamos sugerindo que os leitores que se sentem incomodados com esta parcialidade e falta de profissionalismo que NÃO COMPREM MAIS ESSE JORNAL, dêem preferência a outros menos parciais.

Nós, do site imprensamineira.org continuaremos de olho, vigilantes. Não vamos esmorecer. Vamos continuar atentos.

Força ao Cruzeiro amanhã. De olho no jogo na Toca 3 e de ouvido colado na CBN com o Pequetito!

A mídia se perdeu no tempo?

09/05/2009

Texto interessante, escrito pelo torcedor Walfrido Junior, postado anteriormente em outros blogs e sites em meados de abril/09. Vale a pena ler e comentar.

“A mídia mineira historicamente viveu da bipolaridade. Por certo tempo, foi Atletico-MG e América-MG, com o tempo, o Cruzeiro tomou definitivamente a posição do América-MG e, com suas conquistas mundo afora passou a tomar a posição do Atlético. Com a construção do Mineirão a superioridade do Cruzeiro se consolidou de vez e desde a década de 90 o Cruzeiro passou para outro nível, outro patamar bem acima do rival agora locado em Vespasiano-MG.

Sempre ouve uma certa convivência pacífica com a mídia local, todos entendiam e entendem a importância dos rivais para a história do futebol mineiro. Todos entendiam e entendem que deve se dar atenção aos times de Minas, principalmente o Atlético que é a terceira maior torcida do estado atrás apenas do Cruzeiro e do Flamengo.

Sempre houve critica ao Cruzeiro. Principalmente a partir da década de 90, a imprensa local passou a aquecer esta rivalidade com alguns chavões que se tornaram “verdades” embora não passem de factóides, como por exemplo “o 1º campeão Brasileiro”, a torcida que mais comparece, a “massa” que torce contra o vento… Falácias que só serviam para alavancar um time falido em campo e principalmente fora dele. Enquanto isso, o Cruzeiro conquistava títulos locais, nacionais e internacionais.

Fato é que, com o quase fim desta bipolaridade local, já que um está a anos luz do outro, infelizmente a mídia não conseguiu criar uma nova forma de cobertura jornalística e insiste em formatos caricatos do passado como bancadas com torcedores, comparações esdrúxulas e exarcebação das rivalidades que só levaram a violência nos estádios e principalmente fora deles.

São inúmeros os fatos históricos que mostram o desconforto de jogadores, dirigentes e torcedores com este tratamento desproporcional. Uma entrevista do Nelinho veiculada recentemente exemplifica bem este fato.

No entanto, de alguns anos para cá, o que era uma crítica desproporcional, passou a ser uma máquina de crises e inverdades, uma perseguição implacável a procura de conflitos, o privilégio total estilo tablóide sobre o dever de informação isenta e crítica justa e profissional da imprensa.

Esta postura da mídia local culminou com uma perseguição implacável em cima do nosso elenco e do técnico no ano passado, onde, nem com um ano de certa estabilidade técnica, conquista inquestionável no campeonato regional e vaga merecida à Libertadores 2009, a crítica continuou ácida e descabida.

E pior, permanece em 2009, principalmente após a entrevista em off dada pelo Adilson ao Cosme Rímoli. Me preocupa o fato de que, aqueles que mais clamam pela liberdade de imprensa, e com razão, não têm a humildade de respeitar a liberdade de expressão de um profissional do esporte opinando a um colega de profissão. Seja ela certa ou errada. E olha que depois do episódio, o mesmo ainda chamou todos os reporters locais para esclarecimentos.

Parece que este episódio acendeu um estopim perigoso, onde as criticas mais fortes e às vezes falaciosas, antes veladas e subliminares, passaram a ser abertas e preconceituosas. A mínima isenção até então aceita, deixou de ser vista na mídia e passou a ser parcial e declarada.

Mais fácil seria, e é, apenas mudar a sintonia no rádio (afinal há opções interessantes como a Globo CBN), ou mudar o canal de TV ou a assinatura do jornal. Eu já fiz isso, e muita gente também. No entanto, a paciência com a inverdade, com a falta de isenção e com a falta de profissionalismo de alguns órgãos de imprensa chegou a um nível que cabe uma manifestação. Lícita. Democrática. Repudio qualquer violência física ou à liberdade de expressão. Não admito, aprovo ou participo de nenhuma manifestação que não seja dentro da legalidade.

E é isso que vejo brotar neste momento no Mineirão. Um movimento que, à distância, me parece democrático e legal, através de nossas vozes e presença maciça nos estádios, com faixas e slogans nas arquibancadas. Sites, blogs e comunidades na internet vêem sendo usadas para mostrar que há SIM órgãos de imprensa imparciais e profissionais, que erram, acertam, criticam, elogiam, como em qualquer mídia internacional.

Insisto que há mesmo alternativas, e os ouvintes que dão a audiência, bem como os patrocinadores que financiam com inserções comerciais estas empresas, saberão que há sim uma parcela da torcida que está descontente com a forma persecutória e desrespeitosa que alguns órgãos cobrem o dia a dia do Cruzeiro.

Ao que me parece, este movimento não pertence a nenhuma organização em especial (torcidas organizadas, sites, blogs, etc), embora vários destes o apóiem. Pra mim parece que este movimento representa um sentimento geral de indignação de grande parte da torcida, talvez não de toda torcida. E não o vejo como defesa de um ou outro profissional do Cruzeiro Esporte Clube, mas sim da instituição Cruzeiro Esporte Clube. Dirigentes, comissão técnica e jogadores podem, são e serão alvos de críticas, mas quando essa crítica passar a ser preconcebida, parcial e sem isenção, temos sim que defender não só o profissional, mas principalmente a instituição Cruzeiro Esporte Clube. Não assistiremos impávidos qualquer linchamento ou aviltação.

Queremos respeito e isenção. Não queremos flores e afagos. Queremos críticas construtivas e honestas, e não preconcebidas e com segundos interesses. Eu tenho cuidado com a generalização, por isso, democraticamente, sou franco e claro ao citar o nome daquelas empresas e dos profissionais que não se enquadram naquilo que entendo ser isento e profissional, como alguns da Itatiaia, Estado de Minas, Superesportes e Alterosa Esporte.”